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Bons motivos para a confiança das empresas

09/01/2018 | O Estado de S.Paulo


As perspectivas positivas para o comportamento da economia brasileira, como as exibidas no primeiro boletim Focus do Banco Central de 2018 – os agentes econômicos esperam para 2018 um crescimento do Produto Interno Bruto de 2,69%, inflação de 3,95% e taxa Selic de 6,75% ao ano –, reforçam o aumento da confiança das companhias no futuro. O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre), por exemplo, avançou 1,2 ponto entre novembro e dezembro e 14,4 pontos entre os meses de dezembro de 2016 e de 2017, atingindo 93,1 pontos.

O ICE cresceu sem interrupção nos últimos seis meses e é o mais alto desde abril de 2014. Ainda está um pouco abaixo da média de 100 pontos que separa os campos positivo e negativo e é possível que apresente “alguma volatilidade em função dos níveis ainda elevados de incerteza política”, notou o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV-Ibre, Aloisio Campelo Jr. Mas 2017 terminou, segundo o economista, “com a melhora da percepção sobre a situação presente dos negócios e com a retomada do otimismo”.

Espécie de índice de índices, o ICE foi feito com quase 5 mil empresas entre os dias 1.º e 26 de dezembro. O ICE consolida os índices dos quatro setores cobertos pela FGV-Ibre: indústria, serviços, comércio e construção. Houve, em dezembro, melhora da percepção tanto sobre o momento presente quanto das perspectivas de curto prazo.

Destaca-se o Índice de Expectativas (IE-E), que subiu 1,4 ponto e atingiu 101,3 pontos. Pela primeira vez desde novembro de 2013 o indicador ultrapassou a barreira dos 100 pontos, enquanto o Índice de Situação Atual (ISA-E) ainda está em 87,6 pontos. No que diz respeito à situação presente e no tocante às expectativas, a pior situação é a do setor de construção.

Quanto à situação atual, este segmento registrou apenas 70,1 pontos, 17,5 pontos abaixo da média dos setores pesquisados.

Além da evolução consistente dos indicadores macroeconômicos, situações pontuais contribuem para reforçar as expectativas favoráveis para 2018. É o caso das boas vendas de Natal, que surpreenderam até os varejistas, e o elevado nível de ocupação da rede hoteleira nos festejos da virada do ano, inclusive em capitais que haviam feito pesados investimentos em novos estabelecimentos, como o Rio.

Confira a notícia na íntegra.

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